sábado, 16 de maio de 2009

Dicas para Dança na igreja


A dança é um ministério de adoração que o Senhor tem levantado em algumas igrejas, mas, como é comum no meio evangélico virou “moda” e praticamente todas as igrejas dispõe de dançarinos de plantão. Eu não sou contrário à existência da dança; creio plenamente que o Espírito de Deus tem feito uso desta forma de expressão corporal para honrar e glorificar ao Todo Poderoso. E, quando esta adoração é externada com temor e amor, o nosso Espírito alegra-se profundamente ao contemplá-la. A infidelidade, incredulidade e a conseqüente falta de santidade de muitos povos (igrejas), impossibilitam o mover do Espírito Santo, resultando em cultos desprovidos da verdadeira unção que alimenta a alma. Para saírem desta situação, lançam mão, copiando, toda sorte de movimento. Esquecem que é o Espírito de Deus que derrama o óleo e estas práticas desprovidas de unção, são inconsistentes, sem valor diante de Deus. Amados líderes, é preciso ouvir a voz do Espírito Santo, consultá-Lo e conhecer a Sua vontade para a igreja; não tome decisões segundo a sabedoria e ou entendimento humano. Afinal, a Igreja é do Senhor Deus que enviou o Espírito Santo a edificá-la. Se houver aprovação do Senhor quanto à existência de um ministério de dança, alguns pontos devem ser observados pelos que serão ungidos. 1- Amor a Deus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”. Mt 22.37A nossa condição de servos obriga-nos a sermos desprovidos de vontade própria e sujeitos ao domínio integral do Senhor Deus. Isto significa: Primeiro à vontade de Deus e em segundo plano e em conformidade com os princípios divinos, o nosso querer. Esta condição é tão real, que o próprio Jesus, quando homem, submeteu-se por completo aos desígnios do Pai, a direção de Sua vida não estava mais sob seu controle. Ele disse: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice de sofrimento! Porém que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres”. (Lc22.42) Esta sujeição incondicional era fruto do grande amor do Senhor Jesus, primeiro para com o Todo Poderoso e também pela humanidade que caminha a passos largos em direção à perdição eterna. 2- Temor a Deus: Coração sábio. “Para ser sábio, é preciso primeiro temer a Deus, o SENHOR. Ele dá compreensão aos que obedecem aos seus mandamentos. Que o SENHOR seja louvado para sempre!” (Sl 111.10) Temor a Deus significa que devemos possuir sentimento de reverencia e respeito, ao contrário do que pensam alguns, ao associar temor a medo. É inconcebível que vidas impuras, desprovidas de santidade possam tomar lugar no desempenho da obra do Senhor. A falta do temor abre brechas através das quais, o maligno infiltra-se e as obras da carne ganham espaço. As pessoas que deveriam ser adoradores tornam-se em “dançarinos”, ávidos pelos elogios, sentem prazer quando são glorificados por fazerem bem as coreografias. ... Como é que vocês podem crer, se aceitam ser elogiados pelos outros e não tentam conseguir os elogios que somente o único Deus pode dar?... Se eu elogiasse a mim mesmo, os meus elogios não valeriam nada. Quem me elogia é o meu Pai...” (Jo 5.41,44;8.54) Movido pelo amor e temor, Jesus despiu-se da glória celeste, colocando-se apenas como instrumento nas mãos de Deus, para ser útil ao Reino, Ele dispensou os elogios, veja: “Eu não procuro ser elogiado pelas pessoas” (Jo 5.41) 3- Santos e Puros: “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”. (Rm 1:1) A exemplo de Paulo, somos chamados para fazermos a obra do Senhor Deus, em diversas áreas no Reino. Separados para a honra e glória do Senhor. Consciente desta condição é preciso que haja uma adequação da vida ao viver definido por Deus. Você foi chamado pelo Espírito Santo para integrar o ministério de dança? Louvor? Pregação da Palavra? Líder na igreja? Oh graças! És bem-aventurado! O mandamento é: Seja Santo! A santidade nos proporciona: -A oportunidade de comungarmos as mesmas idéias do Senhor. -E intimidade profunda com Ele. Quando isto é uma realidade, a nossa alegria é glorificá-Lo com os nossos atos. Os frutos da carne: “... a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas, as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas”. (Gl 5.19-21) São inexistente na vida que procura ser santa e pura. Servo leia com atenção esta mensagem, reflita sobre a tua situação com o Senhor, e jamais permita que sentimentos de orgulho, a soberba e a vaidade penetrem em teu coração, roubando o lugar que é exclusivamente do Senhor. Você é ungido a adorar através da dança? Faça isto com perfeição, com satisfação e com todas as tuas forças, para que o Senhor veja e aprove, recebendo como aroma suave a tua adoração. Não permita que a carne sobressaia e queira ouvir dos irmãos palavras afáveis; não tome a glória do Senhor para si. Amém

fonte; Elias de Oliveira http://www.linksdejesus.com

Jó foi um exemplo de fé e lealdade a Deus .

Texto bíblico:

"Mas ele sabe o meu caminho; prove-me, e sairei como ouro. Nas suas pisadas os meus pés se afirmaram; guardei o seu caminho e não me desviei dele. Do preceito de seus lábios nunca me apartei e as palavras da sua boca prezei mais do que o meu alimento." (Jó 23.10-12)
Jó estava confiante de que Deus ainda cuidava da sua
vida e que sabia que nenhuma adversidade afastaria jó da sua lealdade a Ele.
Jó considerava seu sofrimento como uma prova de fé no Senhor e do seu amor por Ele. Sua prova era semelhante aquela de Abraão, quando lhe foi ordenado sacrificar seu filho Isaque.
O próprio Jesus Cristo foi provado pelo sofrimento que suportou (Hb 5.8) e, por isso, Ele agora é nosso padrão e exemplo (I Pe 2.21); nós, como seus seguidores, devemos andar em seus passos (Hb 13.12,13).
A condição firme de Jó, de que seria aprovado no teste e que nunca abandonaria o seu Senhor baseava-se em sua obediência fiel no passado, seu amor à Palavra de Deus e seu reverente temor a Deus. Semelhantemente, o cristão do Novo Testamento deve manter a firme resolução de nunca apartar-se da obediência a Deus; antes, temer as consequências da iniquidade e amar a Palavra de Deus mais do que o pão de cada dia (Sl 40.8).
Jó é um dos maiores exemplos de firmeza de convicção, de apego à retidão e de perseverança na fé (Tg 5.11). Sua determinação inabalável de manter a sua integridade e de permanecer fiel a Deus não tem paralelo na história da salvação dos fiéis.Nenhuma tentação, sofrimento, ou aparente silêncio da parte de Deus podia afastá-lo da sua lealdade a Deus e à sua Palavra. Recusou-se a blasfemar contra Deus e morrer (Jó 2.9).
Semelhantemente, o cristão do Novo Testamento deve ter esta mesma e única resolução nas tentações, tristezas e nos dias sombrios da vida. Com uma firme convicção, deve continuar resoluto na sua fé, firme até o final (Cl 1.23). Nunca deve recuar e abandonar a fé, enquanto viver; mas permanecer em tudo fiel à Palavra de Deus e ao seu amor. Deve "sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para os homens."
Essa decisão de permanecer fiel a Deus e inabalável na fé, esperança e amor não é uma opção para o cristão. Fazer assim é a sua salvaguarda contra o naufrágio na fé, ante as intensas perseguições, tentações e ataques de satanás (I Tm 1.18-20).
Deus, por sua parte, promete pelo seu poder guardar os fiéis e preservá-los na sua graça, para que obtenham "a salvação já prestes para se revelar no último tempo."
A condição essencial necessária para a proteção de Deus é a "fe". A proteção de Deus mediante a sua graça não opera de modo arbitrário. É somente mediante a fé que os cristãos são protegidos por Deus, assim como somente "por meio da fé" que os cristão são salvos. Deste modo, é nossa responsabilidade conservar uma fé viva em Cristo, como Senhor e Salvador, para termos a proteção continua de Deus.
A fé obediente que Deus requer é uma fé que sinceramente se compraz em fazer a vontade de Deus e que manifeste o
alegre esforço de guardar a Palavra de Deus no coração.
A razão por que os cristãos sofrem é por serem basicamente diferentes; não são do mundo e foram escolhidos do meio "do mundo". Os valores, padrões e modo de viver dos fiéis, entram em conflito com os métodos iniquos da sociedade perversa em meio à qual vivem. Recusam qualquer transigência com os padrões ímpios, e, contrário a isso, apegam-se às coisas que são de cima e não nas que são da terra.

fonte :http://www.gospelmais.com.br/artigos/713/jo-foi-um-exemplo-de-fe-e-lealdade-a-deus.html
Pastor Lauro Cabral