segunda-feira, 1 de junho de 2009
A Parábola do Semeador .
em 12/11/2003"Ouvi, pois, vós a parábola do semeador. A todo o que ouve a palavra do reino e não a entende, vem o Maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração; este é o que foi semeado à beira do caminho. E o que foi semeado nos lugares pedregosos, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. E o que foi semeado entre os espinhos, este é o que ouve a palavra; mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e ela fica infrutífera. Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve a palavra, e a entende; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta." (Mt. 13:18-23)
Se você examinar com calma e prestar bem atenção no ensino desta parábola, você vai perceber o quanto é profundo o que Jesus ensinou. Vale pra toda vida, e principalmente para nossas vidas hoje. Seu coração é o terreno, a semente é a palavra, o semeador pode ser qualquer um que pregue a palavra.
Esta parábola nos mostra quatro tipos de terrenos e como é a reação de cada um quando a palavra toca seu solo (coração).
1.Beira do caminho - Há uma guerra acontecendo no reino espiritual ao pregar o evangelho a alguém. Neste contexto, satanás rouba a palavra que é semeada, no mesmo instante em que está sendo semeada.
2.Terreno pedregoso - Recebe a palavra com muita empolgação, mas não se aprofunda em Deus, não se compromete sinceramente, quando vem a dificuldade, a pressão, desisti. Às vezes parece que vai romper. Parece que vai avançar, mas fica só na aparência. Bem, se não tem raiz não vai adiante.
3.Terreno espinhoso - Até permanece por um tempo, porém, o amor pelas coisas do mundo ainda permanecem no coração. Há 5 áreas super perigosas na vida de um cristão.
São as seguintes:
a)Sexo - prostituição, pornografia, sensualidades, etc...
b)Vícios - álcool, droga, jogo, etc...
c)Dinheiro - amor ao dinheiro, luxúria, trabalho excessivo por mais dinheiro, dívidas, etc...
d)Orgulho - soberba, arrogância, altivez de coração, prepotência, etc...
e)Religiosidade - práticas espirituais (oração, jejum, comunhão, louvor, leitura da palavra) sem vida, legalismo, hipocrisia espiritual, etc... Estas coisas sufocam a palavra, e ela não produz frutos, pois o coração está dividido com as coisas do mundo.
4.Boa terra - Este é o que recebe a palavra de bom e grato coração. Neste terreno há profundidade, inteireza de coração, perseverança, genuíno arrependimento e sinceridade. Mas acima de tudo, um ardente desejo de ser um Vencedor diante de Deus e dos homens, alguém que faz diferença, que produz frutos.Minha sincera oração é para que o Espírito de Deus nos mostre que tipo de coração temos tido diante de DEle. Traga arrependimento sincero, e mais, que Ele nos conceda sermos vencedores em um mundo de derrotados.Que Deus abençoe sua vida.
fonte;http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=831
Provas e tentações ...tem diferenças ...
Provas e tentações
Tiago introduz o assunto com palavras de impacto: "Tende grande gozo quando vos forem enviadas várias provações." (Tg.1.2). Não faz parte do nosso pensamento moderno uma idéia como essa. Em nosso tempo, procura-se o menor esforço e o maior prazer. A epístola nos mostra que as tentações e as provações são elementos presentes e importantes na vida cristã. Por quê essa importância? Tiago responde: "sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência." (Tg.1.3). Precisamos saber isso para termos uma atitude positiva diante daquilo que Deus nos envia ou permite. Tudo o que Deus permitir de negativo em nosso caminho terá um propósito e produzirá alguma virtude em nós. Isso, evidentemente, se sairmos vencedores desse processo.
É importante discernir entre prova e tentação e suas respectivas origens. Tiago diz que ninguém pode dizer que é tentado por Deus (Tg.1.13). Deus nos prova, nos coloca em teste. Ele não nos tenta. Entretanto, permite a tentação. Esta vem de dentro de nós, atraída por fatores externos (Tg.1.14-17). A isca é exterior. A tentação está no apetite do peixe. Casos diferentes foram as experiências de Adão, Eva e Cristo. Como não tinham pecado, a tentação foi totalmente exterior (Gên.3; Mt.4).
Prova é teste. Tentação é indução ao erro. Toda tentação pode ser vista como prova. Contudo, nem toda prova é tentação. Por exemplo, se Deus nos permite passar por uma situação de dificuldade financeira, isso pode ser uma prova para demonstrar se continuaremos confiantes e fiéis ao Senhor ou não. Se, em meio a tudo isso, aparecer uma oportunidade de ganho ilícito, isso será uma tentação. Estar no deserto é prova. Oferta de "pedras no lugar de pães" é tentação (Mt.4.3).
A prova e a tentação revelam o que há em nossos corações. São formas de manifestar o que somos interiormente. Tal demonstração não serve para que Deus nos conheça, pois ele já nos conhece plenamente. A prova e a tentação mostram para nós mesmos a nossa natureza e fraquezas que talvez não conhecêssemos.
Além do auto-conhecimento, provas e tentações são oportunidades de aprendizagem, até mesmo quando fracassamos. Tal conhecimento será útil para as próximas vezes.
Orientações sobre o jejum ...
É interessante observarmos que a Bíblia não contém nenhum mandamento que obrigue a prática do jejum. Entretanto, ela nos mostra que o jejum é um ato de humilhação diante de Deus. É uma forma de colocar a carne submissa ao Espírito. É um tipo de exercício espiritual, quando decidimos que, durante um espaço de tempo, vamos deixar de dar atenção à nossa necessidade física para nos dedicarmos aos interesses espirituais. Alguns exemplos bíblicos nos mostram que Deus valoriza o jejum, quando o mesmo é feito de coração como uma oferta ao Senhor e não com a intenção de fazer negócio com Deus. Vamos jejuar e oferecer esse jejum como culto ao Senhor. Se ele quiser nos abençoar pelo que fizemos, graças a Deus. Não estamos fazendo comércio espiritual. Na Bíblia encontram-se muitos relatos e ensinamentos sobre o jejum:
O povo de Nínive jejuou, ao mesmo tempo em que se arrependeu dos seus pecados e clamou pela misericórdia divina. Resultado: Deus perdoou aquela cidade, livrando-a da destruição que sobre ela viria. (Jonas 3).
O profeta Joel convoca o seu povo para um jejum, com pranto e choro. Depois disso, o Senhor se compadeceria de seus servos e sobre eles derramaria o Espirito Santo. (Joel 2 e 3).
O jejum, para ser válido, precisa estar associado a uma disposição de conserto do que está errado. (Isaías 58)
Durante um jejum de 40 dias, Moisés recebeu uma grande revelação de Deus: os 10 mandamentos. (Êxodo 20).
Após um jejum de 40 dias, Jesus iniciou seu ministério terreno. (Mateus 4).
Jesus disse que algumas classes de demônios só são expulsos com jejum e oração. (Mateus 17.21).
Durante um período de jejum, Daniel recebeu a revelação sobre as setenta semanas do fim dos tempos. (Daniel 9).
Após um jejum de 21 dias, Daniel recebeu a visita de um anjo (ou do próprio Jesus?), que lhe trouxe grandes revelações de Deus. (Daniel 10).
Precisamos, urgentemente, de uma ação mais intensa do Espírito Santo em nossas vidas e em nossas igrejas. Vamos jejuar e orar e humilhar diante do Senhor (II Cron.7.14). Vamos clamar pela sua misericórdia e por um derramamento da unção do seu Espírito sobre nós.
Para quem não tem conhecimento sobre o jejum, vão aqui algumas dicas: o jejum absoluto é a abstinência de alimento e de todo tipo de bebida durante um período determinado. Quando o jejum dura mais de um dia, admite-se o consumo de água. Assim, tem-se um jejum parcial. Pode-se, por exemplo, realizar um jejum mais curto: da hora em que se levanta, pela manhã, até o horário do almoço, ou até às 6 horas da tarde. Agora, se a pessoa se levanta às 11 e meia e vai almoçar ao meio dia, não fez nenhum jejum. Também não vale fazer uma refeição de manhã e dizer que vai jejuar o resto do dia. Outra maneira de se estabelecer o período de jejum é de zero hora de um dia até zero hora do outro dia. De fato, não existe uma regra. Cada um deve adotar o modo que lhe parecer mais apropriado.
Em Mateus 6, Jesus fala a respeito do jejum, dizendo que os fariseus, quando jejuavam, queriam que todos soubessem disso, a fim de serem considerados bons religiosos. Por isso, Jesus disse que o jejum deve ser discreto. Quem está jejuando não deve fazer propaganda disso com a intenção de exibir sua "espiritualidade". Quem faz assim não está jejuando, está passando fome. Mas isso não significa que o jejum seja algo secreto. Não significa que seja pecado dizer a alguém que se está jejuando. Em algumas situações isso pode ser necessário. Por exemplo, nada impede que o esposo diga à esposa que ele está jejuando, caso isso seja necessário. Nos exemplos que mencionamos, vimos casos de jejuns coletivos. Logo, não eram jejuns secretos. O problema existe quando o revelamos com intenção de tirar alguma vantagem em cima disso.
Durante o jejum, é aconselhável que se dedique algum tempo à oração e à leitura da bíblia. Ficam como sugestões os textos mencionados acima. Ao final do jejum, faça uma oração antes da refeição, oferecendo ao Senhor o jejum realizado.
fonte:http://www.geocities.com/athens/agora/8337/artigo60.htm
O tempo de Deus !!! Passagem de José ..
Deus nos dá promessas. Precisamos crer em Deus e em sua palavra. O Senhor deu sonhos a José e ele tinha fé suficiente. Porém, precisava também de paciência,pois a realização do propósito divino iria demorar.
1- José pediu ao copeiro que o ajudasse a sair da prisão. José tentou se beneficiar de um favor, um ato de influência junto a Faraó. O copeiro se esqueceu de José. Pedindo aos homens ou até mesmo a Deus, alguns dos nossos pedidos não serão atendidos (II Cor.12.8-9). José fugiu da tentação (Gn.39.12),como, de fato, deveria ter feito, mas não conseguiu fugir da tribulação. Não adianta tentar antecipar o tempo de Deus (Ec.3.1,11).
2- José ficou preso por mais 2 anos (Gn.41.1).A tribulação é persistente, duradoura, mas não é eterna. Deus tem o tempo exato para tudo. Se José fosse liberto antes, ele não seria útil, pois Faraó não teria ainda os sonhos paraserem interpretados. José seria um inútil livre.
3- José foi liberto da prisão (Gn.41.14). No tempo certo, José foi liberto. Estava com 30 anos de idade (Gn.41.46), ou seja,13 anos depois de ter os sonhos revelados (Gn.37.2). Este foi o tempo de Deus para José e eletem um tempo determinado para cumprir em nós os seus propósitos e nos dar as bênçãos que esperamos.
Conclusão: Queremos tudo apressadamente. Gostamos de alimentos instantâneos. Como aquele que aguarda o fruto da lavoura, receba a semente, palavra de Deus,creia nela e tenha paciência para esperar.
FONTE:http://www.geocities.com/athens/agora/8337/e49.htm
A parábola do filho pródigo ..
Texto básico: Lucas 15.11-32 Introdução:
O texto fala sobre um jovem que queria mais do que o pai lhe havia dado. Querer mais não é pecado, mas ele não estava disposto a esperar o tempo certo. Pediu a herança antes que o pai morresse.
1- O pecado do filho pródigo: afastar-se do pai, indo em busca dos prazeres mundanos.
2- A consequência do pecado: miséria, fracasso, solidão. O prazer deu lugar ao sofrimento. Um filho junto aos porcos. É a condição do pecador longe de Deus.
3- O arrependimento: "Caindo em si" (v.17-19). Arrependimento significa reconhecimento do pecado, mudança de pensamento e opinião em relação ao pecado. Aquilo que parecia bom é reconhecido como maligno. Arrependimento implica em sentimento (tristeza pelo pecado) e decisão de mudar: "Levantar-me-ei e irei ter com meu pai.".
4- A conversão: "Levantou-se, pois, e foi" (v.20) É a ação correspondente ao arrependimento.
Conclusão: O pai tem o coração cheio de amor e os braços abertos para receber os filhos arrependidos. Arrependa-te e volte para a casa do pai. (Momento do apelo:Levanta-te agora, como fez o filho pródigo).
fonte:http://www.geocities.com/athens/agora/8337/e54.htm
Jonas Um homem no Fundo do poço !
Deus mandou que Jonas fosse à cidade de Nínive, mas ele fugiu em direção a Társis. No meio da viagem, uma tempestade colocou em risco o navio e todos os que nele estavam. Jonas confessou ser a causa de todo aquele mal. Os marinheiros então o lançaram ao mar e, vindo um grande peixe, o engoliu.
1- Jonas foi chamado por Deus, mas não atendeu.
Muitas pessoas são chamadas por Deus, mas preferem andar sozinhas, seguindo seu próprio caminho, sua própria vontade.
2- Deus enviou um vento e uma tempestade (Jn.1.4), mas Jonas não atentou para isso. Deus permite grandes dificuldades em nossas vidas. Ele sacode o nosso barco.
3- Jonas dormiu. Muitos dormem o sono da indiferença, usufruindo dos prazeres passageiros de uma vida pecaminosa, mas a vida sem Cristo não é uma viagem segura.
4- O clamor aos deuses (Jn.1.5) e o esforço humano (Jn.1.13) não resolveram o problema. A idolatria, a feitiçaria e o ocultismo não trarão soluções. A capacidade humana também não será suficiente.
5- Deus enviou um peixe para engolir Jonas. Apesar de toda aquela tempestade, Jonas não clamou ao Senhor (Jn.1.5-6). A situação então piorou. Jonas foi ao fundo do poço, ao fundo do abismo. O objetivo de Deus não era destruir a vida de Jonas, mas corrigir o seu erro.
6- Jas clamou ao Senhor (Jn.2.7).“onTodo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Joel 2.32.). 7- Deus respondeu e livrou a alma de Jonas (Jn.2.10).
Conclusão: Clame ao Senhor antes que seja tarde, antes que tudo piore. Do Senhor vem a solução, a cura, a libertação e a salvação eterna.
fonte:http://www.geocities.com/athens/agora/8337/e75.htm